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O MEU MANIFESTO, por Sérgio Tavares.
28 razões pelas quais eu não me vou calar.

1. Não nego, nem nunca negarei a existência deste vírus contagioso, nem a existência de uma pandemia a nível mundial. Como tantas outras que já existiram. E mais virão.

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Sérgio Tavares

O MEU MANIFESTO, por Sérgio Tavares.
28 razões pelas quais eu não me vou calar.

1. Não nego, nem nunca negarei a existência deste vírus contagioso, nem a exis...tência de uma pandemia a nível mundial. Como tantas outras que já existiram. E mais virão.

2. Aceito e compreendo o medo sentido por uma grande parte da população, a qual foi metralhada numa campanha sem precedentes durante meses com notícias, imagens e testemunhos de mortes, terror e sofrimento de uma pandemia que se veio a revelar não ser tão grave, pois a esmagadora maioria dos infectados no mundo são assintomáticos, incluindo idosos.

3. Lamento profundamente todas as vítimas de covid 19 em Portugal e o sofrimento das suas famílias,tal como lamento de igual forma todos os óbitos que ocorreram pelas outras causas todas que existem. Não faço distinção nos lamentos, entre mortes por covid e mortes por outras causas.

4. Luto e lutarei contra as terríveis discrepâncias que existem entre a gravidade real da COVID-19 e as medidas restritivas que nos estão a ser impostas, muitas das quais violam os nossos direitos individuais.

5. Ponho em causa os números da taxa de mortalidade em Portugal e no mundo, pois inúmeros estudos apontam que os infectados assintomáticos podem ser entre 10 a 15 vezes mais do que os números oficiais, o que baixa estupidamente os valores da taxa de mortalidade.
Questiono, assim, a letalidade de um vírus que ataca milhões de forma assintomática e mata esmagadoramente pessoas de idade avançada já com múltiplas patologias e comorbidades.

6. Ponho em causa também a mórbida contagem diária de mortos Covid-19 nas conferências de imprensa da DGS e nos meios de comunicação, de forma exaustiva, macabra e massacrante que só contribui para manter a população assustada, receosa e dividida. Provoca stress, depressão, medo e ansiedade em milhões de portugueses.

7. Questiono porque é que a DGS não aproveita as mesmas conferências de imprensa para explicar porque ocorreram este ano 6000 mortes em excesso comparativamente a 2019 (sendo que o Covid 19 só explica cerca de 2000 mortes). *Fonte INE

8. Questiono porque a DGS não explica às famílias dessas 4000 vítimas porque se deixaram de fazer exames, rastreios e consultas. Se calhar, muita destas vítimas poderiam ter sido salvas.
Luto para que se descubra se há responsáveis por estas mortes por negligência, para que sejam julgados.

9. Questiono que sejam contabilizados como mortes covid, os inúmeros óbitos de doentes que iam falecer de outras causas e comorbidades, como por exemplo os doentes terminais de cancro. Será que o fazem para justificar estas medidas sem sentido? Para os números serem mais assustadores?!

10. Questiono as inúmeras contradições e maus exemplos que esta entidade tem dado e as várias medidas restritivas surreais, ridículas e sem sentido que têm sido alvo diário de chacota nas redes sociais e conversas de amigos.

11. Questiono se nos anos anteriores, com médias de 17000 mortes anuais de doenças respiratórias em Portugal (fonte Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge, link em anexo), ou seja números largamente superiores aos óbitos por covid 19,não se agiu também desta forma e com igual histerismo. (https://www.sppneumologia.pt/…/pneumonia-comum-mata-16-port…)

12. Questiono porque não se fez uma contagem diária de mortos, campanhas de sensibilização e prevenção nos anos anteriores,quando se viu morrer esses 17.000 portugueses por ano de doenças respiratórias.

13. Pergunto porque não se fazem também actualizações diárias nas conferências de imprensa da DGS sobre os óbitos de outras causas, nomeadamente os referentes a outras doenças respiratórias como a gripe, pneumonia, bronquite e afins que todos os anos matam milhares de portugueses e que, aparentemente este ano desapareceram misteriosamente.

14. Questiono porque se deixaram ao abandono e solidão tantos idosos em lares e casas, sob pretexto de não serem infetados.

15. Questiono porque é que nenhum órgão de informação até hoje, em plena pandemia, deu voz ou entrevistou sequer o movimento dos "Médicos pela verdade".
Questiono porque os ignoram e fingem que não existem.
Não se justificava ouvir a voz de profissionais da Saúde que têm outra visão da pandemia? Ou não interessa que a população oiça o que eles têm para dizer?

16. Pergunto porque os órgãos de informação em Portugal continuam a alimentar o medo em vez de, nesta fase, tentar tranquilizar a população após estes meses todos de imagens e testemunhos chocantes de terror e mortes.

17. Questiono a fiabilidade dos testes e os negócios obscuros que estão por trás dos mesmos, bem como os lucros gerados com vendas de gel, máscaras, viseiras, acrílicos e afins.

18. Questiono porque não se protegem devidamente os lares, onde estão a maior parte das vítimas em vez de se prejudicar o funcionamento das actividades económicas de milhões de cidadãos.

19. Questiono porque se privam portugueses saudáveis do seu emprego ou negócio por causa de um vírus cuja média de idades dos óbitos é de 81 anos,superior à esperança média de vida em Portugal (80 anos).

20. Questiono como é possível que ainda haja portugueses privados da sua actividade laboral passados 6 meses do início da pandemia (artistas, estabelecimentos noturnos, bares, eventos, etc). Vão esperar até eles morrerem à fome?

21. Abomino fortemente as medidas tomadas em relação às crianças, os traumas e medos que lhes estão a causar. Os valores básicos de que estão a ser privados. Apoio o movimento "Isto não é escola".
Questiono porque ainda continuam fechados inúmeros parques infantis e espaços de lazer.

22. Abomino a obrigatoriedade do uso da máscara na população saudável e os seus malefícios para a saúde. Considero que apenas doentes e profissionais de saúde que lidem com doentes o deverão fazer.
Aceito também que quem se sentir inseguro, o faça livremente.
Não esquecerei nunca esta frase "falsa sensação de segurança".

23. Questiono a tortura que é obrigarem milhões de cidadãos a trabalhar horas e horas seguidas de máscara! Incluindo professores, que têm de falar e leccionar de máscara. Isto não tem cabimento!

24. Luto contra a hipocrisia de tantos portugueses que se dizem "preocupados com o vírus" mas depois vejo-os todos em patuscadas, festas, praia, esplanadas etc, sem distanciamento social.
Esta semana, justificava-se um jantar de 200 elementos da Maçonaria? Sem máscaras? Incluindo o presidente da República. "Faz o que eu digo, não faças o que eu faço". É assim desde Março.

25. Reafirmo a injustiça da quarentena (que foi só para alguns) que deixou tantos portugueses no "bem bom" em casa a receber sem trabalhar ou em teletrabalho e deixou tantos outros na miséria.

26. Questiono porque se restringem as liberdades e direitos de tantos portugueses por uma pandemia onde os infectados são esmagadoramente assintomáticos e se privam milhões do seu trabalho, do são convívio, festas populares, certames, festivais,cerimónias, etc.

27. Repudio os comentários desumanos de que tenho sido alvo por defensores deste "regime", que me ofendem com os piores termos possíveis, desejam repetidamente a minha morte por covid 19 ou a morte de familiares meus, e desejam inclusive que eu seja sujeito a um tratamento com ventiladores!
Estes comentários, são o espelho desta sociedade hipócrita, mal formada e mal educada deste país.

28. Repudio a perda de direitos de cidadania por justificação sanitária e exijo a retoma da atividade do S.N.S. sem quaisquer restrições.

Agora, finalmente, pergunto: o lunático sou eu?

Não me vou calar.

Dia 11 de Outubro, concentração nacional em frente à Assembleia da República.

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QUANTOS MAIS CASOS DE INFECTADOS COVID, MENOS GENTE MORRE DE COVID, CASO ÚNICO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, DA CIÊNCIA E DA LÓGICA, MAS O POVINHO NÃO QUESTIONA. CONTINUA A ACREDITAR NA IRRACIONALIDADE E A TEMER O VIRUS QUE QUANTO MAIS SE ESPALHA MENOS MATA... SÓ RIR...
" Andamos a contar constipações (ou nem isso)!
Já vamos em cerca de seis mil mortos A MAIS, nos últimos 6 meses, dos quais só cerca de 1900 são com Covid-19 e nem assim emendam a mão. Quantos mais serão precisos ...

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Maria Paiva

QUANTOS MAIS CASOS DE INFECTADOS COVID, MENOS GENTE MORRE DE COVID, CASO ÚNICO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, DA CIÊNCIA E DA LÓGICA, MAS O POVINHO NÃO QUESTIONA. C...ONTINUA A ACREDITAR NA IRRACIONALIDADE E A TEMER O VIRUS QUE QUANTO MAIS SE ESPALHA MENOS MATA... SÓ RIR...
" Andamos a contar constipações (ou nem isso)!
Já vamos em cerca de seis mil mortos A MAIS, nos últimos 6 meses, dos quais só cerca de 1900 são com Covid-19 e nem assim emendam a mão. Quantos mais serão precisos para concluírem que já chega?

A manipulação pelo medo continua. Maléfica e impune, numa destruição imparável da vida de todos nós.
A Saúde Pública esqueceu-se de qual o motivo da sua existência e está a criar a «doença pública», destruindo todo o normal funcionamento da sociedade e a saúde física e mental da população.

A Saúde Pública é definida como “a arte e a ciência de prevenir a doença, prolongar a vida e promover a saúde através de esforços organizados da sociedade” (Acheson, 1988; OMS). (...)

Como é que com estas definições de Saúde e de Saúde Pública, a Direção Geral de Saúde se presta a continuar a fazer o papel que mantém desde há 6 meses? Falando apenas de testes positivos de uma única doença e sua eventual mortalidade, negligenciando todas as outras centenas ou milhares de doenças e mortes que assolam a população portuguesa e que não param de aumentar? (Um retrocesso de 12 anos, há 12 anos que não se morria tanto em Portugal)

Como é que as autoridades mundiais e nacionais de Saúde Pública podem alguma vez mais quererem vir a ser respeitadas quando são as primeiras a desrespeitar os seus próprios princípios, desrespeitando-nos, desta foram, a todos? Como é que alguma vez mais se pode voltar a considerar que a existência da Saúde Pública e das suas normas é fundamental, quando continuam cegamente, doa a quem doer, a defender um único caminho em que a Saúde Pública ao passar só tem deixado ruína? Não, não é a Covid-19 que tem sido uma desgraça. Desgraça é o que nos têm feito em nome da Covid-19.

Alegam que as medidas são para nos proteger, mas para nos proteger do quê? Já vamos em cerca de seis mil mortos a mais nos últimos 6 meses em relação ao ano passado, dos quais só cerca de 1900 são com Covid-19 (não de Covid-19) e nem assim emendam a mão. Quantos mais serão precisos para concluírem que já chega? Quantos mais serão precisos para perceberem que o mal que estão a fazer é, de longe, superior à destruição que continuam a alimentar? Às vezes pergunto-me quem ganha com isto? Como é que este discurso continua? Como é possível?

Dizem “ah, é porque a Covid-19 é muito perigosa”. Aonde está o perigo, se a maioria das pessoas que testam positivo, mais não são do que isso, “testes positivos”? Onde está a gravidade de uma doença que para a grande maioria, sintomas dá pouco ou nenhuns, tal e qual como as outras infeções respiratórias com as quais já convivemos há tantos anos?

Confundem, propositadamente, testes positivos com doença Covid-19, informando-nos a todos, de forma errada, para alimentarem o medo e, com ele, a obediência cega.

“Ah, mas os casos estão a aumentar.” Casos de quê? Ou apenas testes positivos? E que valor tem e que interessa um teste positivo? Nenhum, a não ser para enlouquecer de solidão aqueles que testam positivo e aqueles que com eles convivem, levando ao seu brutal isolamento e exclusão social.

Alguma vez andámos a testar para que material genético somos positivos, de todos os agentes microbianos que temos no nosso nariz ou na nossa boca? Alguma vez achámos que tínhamos uma doença infecciosa sem termos um único sintoma da mesma? Alguma vez se contou, em cada inverno, com divulgação pública diária, cada caso de gripe, cada morto de gripe? (E neste caso são mesmo doentes, não são testes positivos.) ( E SE O VIRUS FOSSE MORTAL, COM TANTOS CASOS POSITIVOS A AUMENTAR, TAMBÉM DEVERIAM OS ÓBITOS ESTAR FORA DE CONTROLE, MAS NÃO, OS ÓBITOS ESTÃO QUASE A ZERO, E NINGUÉM PERCEBE O QUE ISTO SIGNIFICA?)
Que disparate é este em que querem que acreditemos? Onde estão os tão famosos doentes com doença Covid-19?
Estamos fartos que esses números nos sejam ocultados!
Estamos fartos de nos tomarem por parvos e de nos virem com números de testes e quererem manipular-nos como se estivessem a dar-nos o número de doentes!

“Ah, e então e os mortos?”

Todos os dias se nasce e todos os dias se morre. E morre-se de tudo e muito mais do que de Covid-19. Morrem, em média, cerca de 300 pessoas por dia em Portugal e só falam dos que morrem com Covid-19 (não de Covid-19), como se só estes tivessem sido pessoas.

Continuam a não divulgar o número de todas as outras mortes diárias, continuam a ocultar o aumento brutal de todas as outras doenças e a sua gravidade. Continuam a permitir que hospitais e centros de saúde “finjam” que funcionam para toda a população, quando estão a negligenciar todos os pacientes com outras doenças, algumas das quais, se não forem atempadamente tratadas, serão 100% mortais.

Basta olhar para os gráficos do Worldometer para ver a enorme discrepância que há entre o número de “casos” diários de Covid-19 e o número de mortes diárias, para percebermos o quão intrujados andamos todos a ser.

Quem nos intruja, saberá sempre abrir caminho para si nos cuidados de saúde, se tiver alguma doença mais séria a precisar de diagnóstico e tratamento mais rápidos. E o seu ordenado ao fim do mês continua e continuará sempre assegurado, apesar de todas as medidas que nos impõem e nos obrigam a obedecer.

O mesmo não poderão dizer muitos portugueses, desde os que ficaram sem emprego e sem meios de subsistência devido à adoção das tão «”extraordinárias” medidas de proteção, aos que já morreram desnecessariamente, porque ninguém lhes ligou.
Quanto à gravidade da doença, aqui ficam alguns gráficos com exemplos de vários países europeus, relativos ao número de “casos” diários de Covid-19 e ao número de mortes diárias associadas à doença. Depois de os analisarem, cada um que tire para si as suas conclusões. (CONSULTAR NO LINK)

Como se pode observar nos vários gráficos, mesmo em países com um suposto novo grande aumento do número de casos diários, como é o caso de França e Espanha, o número de mortos diários, em termos de Saúde Pública, é inexpressivo.

O vírus, como avisaram muitos epidemiologistas a que a comunicação social praticamente não deu ouvidos, está a tornar-se num vírus endémico, num vírus que causa doença banal e com o qual teremos de aprender a conviver com normalidade, como já fazemos com tantos outros.

Voltar a fechar escolas, obrigar pais esgotados a submeterem-se de novo a níveis de stress extremos, a terem que faltar novamente ao trabalho para ficarem com os filhos em casa, só trará mais desemprego, mais infelicidade e mais desgraça por uma doença que às crianças faz o mesmo, ou menos, do que uma vulgar gripe. Não se pode viver com este grau de incerteza, nem há qualquer motivo para tal.

É urgente que o bom senso impere perante tantas atrocidades que se têm cometido em nome da proteção da Saúde Pública. Porque se não houver bom senso, a nossa DGS vai continuar a contribuir de forma criminosa para o aumento da doença e da morte pública.

Mudar todo o comportamento de uma sociedade por causa de uma única doença, baseados em medos irracionais e criminosamente empolados, isso, sim, causa doença mental e física grave, origina desemprego e pobreza e aumenta a morte!
Se essa for a sociedade da vossa escolha, não será com certeza a sociedade da minha! https://observador.pt/…/andamos-a-contar-constipacoes-ou-…/…

🟢A taxa de mortalidade do covid, é mais baixa que a da gripe e está a ser contabilizada em todos os países de forma errada, por ordem da OMS... já quase todos os paises assumiram, em público, que mesmo que se morra de outra doença ou acidente, todos os falecidos que tiverem teste positivo de COVID, são registado como morte covid. Tb a Bélgica e a Itália e Espanha assumiram. se tiver covid na hora da morte, mesmo que tenha morrido de outra coisa, a ordem é registar por covid.

🟢GRAÇA FREITAS INFORMA neste video isso mesmo https://youtu.be/bx7w-2Y6w_Y

🟢DEPUTADO ITALIANO TB EXPLICA QUE ESTÃO A MENTIR https://youtu.be/x88D0AnajaE

🟢já quase todos os paises assumiram, em público, que mesmo que se morra de outra doença ou acidente, todos os falecidos que tiverem teste positivo de COVID, são registado como morte covid. Tb a Bélgica e a Itália e Espanha assumiram.
--U.S.A ADMITEM: MORTOS NÃO POR COVID, registados como covid https://www.facebook.com/lesa.fisherpa…/…/3151129788277372/…

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